Uma grande operação realizada em Minas Gerais revelou um esquema sofisticado de fraude que vai muito além da sonegação de impostos e acende um alerta importante para a saúde pública.
Batizada de Operação Casa de Farinha, a ação identificou empresas que utilizavam práticas ilegais para escapar do pagamento de tributos enquanto colocavam no mercado produtos sem registro e fora das normas sanitárias. A situação representa risco direto aos consumidores.
A operação foi conduzida pelo Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos de Minas Gerais, que cumpriu mandados de prisão e de busca e apreensão nas cidades de Arcos, Campo Belo e Lagoa da Prata, além de Caldas Novas.
Durante a ação, foram apreendidos aparelhos eletrônicos, documentos e diversos materiais que podem servir como prova das irregularidades. A Justiça também determinou o bloqueio de bens e ativos dos investigados, que somam mais de R$ 1,3 bilhão.
A força-tarefa mobilizou um grande número de profissionais, incluindo 73 policiais civis, 68 auditores da Receita Estadual, 26 policiais militares, além de promotores de Justiça e agentes da Vigilância Sanitária.
A investigação segue em andamento e pode revelar novos desdobramentos nos próximos dias.










